quinta-feira, 26 de março de 2020

2 - Epopeia, Estrutura Externa, Estrutura Interna e Planos temáticos da obra


Paulo Sanches

O género épico
  O género épico  remonta a antiguidade grego e latina, as epopeia é um genero narrativo, e visa celebrar feitos grandiosos de herói fora do comum. O estilo é elevado e grandioso e possui uma estrutura própria,  e seus principais aspectos são: Proposição,  Inovação,  Dedicatória e narração.
Estrutura Externa
   A obra se dividi em 10 partes, e cada canto tem seu numero de variável de estrofes, O esquema rimático é o mesmo em todas as estrofes, tipo assim (AB-AB-AB-AC).
Estrutura Interna
  O poema se divide em quatros grandes partes :
Proposição: O autor apresenta a matéria do poema;
Invocação: As musas ou outras divindades e entidades míticas protetora da arte;
Dedicatória: Em que o autor dedica o poema a alguém;
Narração:  uma ação narrada por ordem cronológica  dos acontecimentos.

A epopeia
  É um texto  narrativo escrito em verso. Assim tem uma ação  desenvolvida por personagens num determinado espaço e tempo, entre outras como um narrador.
Epopeia Clássica
·         Tema nobre
·         Narração
·         Herói de elevada condição social
·         Intervenção do poeta para reflexões
·         Unidade, verossimilhança e variedade
·         Intervenção de entidades
Estrutura Interna
Proposição: explicitação  do objeto do poeta
Invocação: pedido de inspiração  às ninfas do Tejo
Dedicatória: indicação do destinatário do poema, D. Sebastião,  rei de Portugal
Narração: temas centrais.
Os Planos Temáticos da Obra
·         Planos da viagem:
·         Plano da história de Portugal
·         Plano do poeta
·         Plano da mitologia

Análise da Obra: “Os Lusíadas” de Luís Vaz de Camões


Agrupamento Matilde Rosa Araújo
Nome: Paolla Oliveira (Eletrónica Médica)
Turma: 10 C

Análise da Obra: “Os Lusíadas” de Luís Vaz de Camões

O Género Épico: O género épico remonta à antiguidade grego e latina sendo os seus expoentes máximos Homero e Virgilio, é um género narrativo e que exige na sua estrutura a presença de uma acção, desempenhada por personagens num determinado tempo e espaço. Possui uma estrutura própria com estilo elevado e grandioso e os principais aspectos são Proposição, Invocação, Dedicatória, Narração e Presença de mitologia greco-latina.
Estrutura Externa: A obra tem 10 partes e se chama cantos, o esquema rimático é o mesmo em todas as estrofes e tem uma rima cruzada nos seis primeiros versos e emparelhada nos dois últimos.
Estrutura Interna: É constituída pela proposição em que o autor apresenta a matéria do poema. A invocação onde às musas ou outras divindades e entidades míticas protectoras das artes. A dedicatória é quando o autor dedica o poema a alguém, sendo esta facultativa. A narração quando uma ação é barrada por ordem cronológica dos acontecimentos. E a presença de mitologia greco-latina contracena heróis mitológicos e humanos.

Epopeia: A epopeia é uma narrativa, geralmente escrita em verso, com estrutura, estilo e tom majestosos, em que se elogia os feitos gloriosos, de valor universal, de um herói individual ou de um povo. São famosas as epopeias gregas Ilíada e Odisseia, de Homero, e a epopeia romana Eneida, de Virgílio.
Epopeia clássica:

·         Tema nobre, solene, grandioso
·         Narração in medias res
·         Herói de elevada condição social e nobreza de carácter
·         Intervenção do poeta para reflexões acerca dos factos narrados
·         Unidade, verosimilhança (aparência de verdade) e variedade (introdução de pequenos episódios que sublinham a excecionalidade dos feitos e quebram a monotonia) da ação
·         Intervenção de entidades do maravilhoso

Planos temáticos da escola obra

Plano da Viagem: A narração dos acontecimentos durante a viagem entre Lisboa e Calecut.

Plano de História de Portugal: Em Melinde, Vasco da Gama narra ao rei os acontecimentos de toda a nossa história, desde Viriato até ao reinado de D. Manuel I.

Plano do Poeta: Considerações e opiniões do autor, expressões nomeadamente no início e no fim dos cantos.

Plano da Mitologia: A mitologia permite a evolução da acção (os deuses assumem-se como adjuvantes ou como oponentes dos portugueses) e constitui, por isso, a intriga da obra.


Análise da obra Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões: O género épico; a estrutura externa e interna da obra; 2 - Epopeia, Estrutura Externa, Estrutura Interna; Planos temáticos da obra.


David Gaspar   Nº4    10ºC

O Género Épico :
O género épico remonta à antiguidade grego e latina sendo os seus expoentes máximos Homero e Virgílio, a epopeia é um género narrativo em verso, em estilo elevado, que visa celebrar feitos grandiosos de heróis fora do comum reais ou até mesmo lendários.
Haverá Sempre um Fundo histórico no meio disto tudo, neste caso, de notar que o género épico é um género narrativo e que exige sempre na sua estrutura e a própria presença de uma ação.O estilo é elevado e altamente grandioso que o próprio possui com uma estrutura própria. cujo os principais aspectos são :
A Narração :  A ação é narrada por ordem cronológica dos acontecimentos, mas inicia-se já no decurso dos acontecimentos (“in medias res”) ,sendo a parte inicial narrada posteriormente num processo da retrospetiva;
Proposição :  Em que o autor apresenta a matéria do poema;
Invocação : Ás musas ou ás outras divinidades e entidades míticas protetoras das artes;
Dedicatória : Em que o autor dedica o poema a alguém, sendo esta facultativa;
Presença de mitologia greco-latina : Presença escrita de heróis mitológicos e heróis humanos.
A Estrutura externa :
O poema está escrio em versos decassilábicos, com predomínio do decassílabo heróico ( acentos na 6ª e na 10ª sílabas ).
Surgem também alguns exemplos de decassílabos sáficos ( atuados nas 4ª, 8ª, e 10ª sílabas).
As estrofes são de oito versos ( neste caso oitavas ) e apresentam entre si o seguinte esquema rimático:
abababcc.
As estrofes estão distribuídas por dez (10) cantos. O número de estrofes por canto varia de (87), no canto VII, a (156) no canto X.
No seu conjunto, o poema apresenta 1102 estrofes.

A estrutura interna :
Os Lusíadas controem-se pela sucessão de quatro partes internas :
Proposição- Parte introdutória, na qual o poeta anuncia o que vai cantar.(Canto I, est.1-3)
Invocação-  Pedido de ajuda às inspiradoras, A principla Invocação é feita às Tágides, no Canto I, est. 4 e 5; além dessa, há mais três : a Calíope, no Canto III, ests. 4 e 5, às Nin-fas do Tejo e do Mondego, no Canto VII, ests. 78-82 e, para finalizar a Calíope, no Canto X,est. 8.
Dedicatória- Oferecimento do poema a uma personalidade importante, Esta parte, facultativa, pode ter origem nas Geórgicas de Virgílio oou nos Fastos de Ovídio, não existe em nenhuma das epopeias da Antiguidade.
Narração- É a parte que contitui o corpo da epopeia, a narrativa das ações levadas a cabo pelo protagonista;
Começando no Canto I, est. 19, só termina no Canto X, est. 144, apresentando apenas pequenas interrupçõespontuais.

Planos temáticos da Obra :
Como plano narrativo fulcral apresenta a Viagem de Vasco da Gama à Índia. Continua-mente articulado a este e paralelo a ele, surgindo assim um Segundo plano que diz respeito à intervenção dos Deuses do Olimpo na Viagem.
Encaixando no primeiro plano, tem lugar um terceiro, que é constituido pela História de Portugal, contada por Vasco da Gama ao Rei de Melinde, por Paulo da Gama ao Catual de Calecut e por entidades divinas que vaticinam futuros feitos dos Portugueses. Um quarto plano é constituído pelas considerações do poeta.

Reflexão sobre a exposição #TODOSporTODOS


        Eu, David Ramalho, e o meu colega, Tomás Pereira, decidimos fazer um trabalho para a igualdade de género sobre as mulheres e homens árabes.
         A nossa ideia teve origem das notícias, pois apareceu uma notícia em que mostrava que as mulheres árabes já podiam conduzir carros. Achámos interessante expor o tema ao professor e aos colegas.
Decidimos trabalhar a ideia nas nossas mentes. Pesquisámos na internet sobre o assunto, a partir dessa informação, conseguimos juntar duas fotos que conseguissem explicar, o que se passava debaixo dos nossos olhares, por todos os cantos do mundo. Neste caso na Arábia.
Ele fez a sua foto e eu também fiz uma, depois de combinarmos como o iríamos fazer. Cada um representaria um árabe.
De seguida, juntá-mo-nos para decidir como iríamos fazer a apresentação.
          Eu gostei do resultado final pois eu consegui aprender que nem todos os países têm a nossa liberdade nem a nossa cultura, mas a pouco e pouco há ideias e comportamentos que vão mudando para melhor, assim como os assuntos que têm a ver com a igualdade de género.
Concluí que nós devemos dar valor ao que temos e que somos uns sortudos por nos respeitar uns aos outros.

David Ramalho, 7ºF Nº5

EXPOSIÇÃO: #TODOSporTODOS

EXPOSIÇÃO - #TODOSporTODOS

Tema: Igualdade de GéneroTurma: 7º F | Disciplina: Cidadania | Professor: Pedro Sousa
Escola: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo - Cascais
Sinopse: Pessoas. Todos. Todas. Há vida. Alegria. Verdade. Pessoas. Todos pessoas. Homens. Mulheres. Meninos. Meninas. Pessoas. Todos serão pessoas.

 "TAREFAS QUE NOS UNEM"
Joana Nogueira e Ana Sofia Tomás


"CRIANÇAS. ADOLESCENTES. JOVENS."
Francisco Lopes e João Sanda


"FAMÍLIA. APOIO. ENTREAJUDA."
Fernanda Duarte e Anastasiia Shalapai


"OS INGREDIENTES NÃO TÊM SEXO"
Diogo Silva e Ricardo Lopes

"CABEÇA. TRONCO. MEMBROS."
Ana Carolina e Lauren Zamunore


 "MULHER. CONDUÇÃO. HOMEM."
David Ramalho e Tomás Pereira



"EQUIPA. GRUPO. PATRULHA"
Rodrigo Viegas, João Murça e David Azevedo

"FATO. SAIA. O MESMO TRABALHO."
Madalena Croca e Natália Floriano

"CORES. IGUALDADE. DESPORTO"
Tiago Henriques e João Miranda

quarta-feira, 25 de março de 2020

Resumo da vida de Luís Vaz de Camões


Luís Vaz de Camões foi considerado o maior poeta português, nunca existiu em nenhuma parte do mundo, algum poeta que igualasse ou superasse a dedicação que Camões deu à sua tão próspera obra épica como são “Os Lusíadas”.
 As informações sobre a vida dele são escassas e de fiabilidade duvidosa pois a data e o local que nasceu não são certos, terá nascido em 1524 e pensa-se que terá frequentado a Universidade de Coimbra. Foi educado sob o império do Humanismo, estudou em Coimbra de 1531 a 1541, onde D. Bento de Camões seu tio, era chanceler. Era esse mesmo seu tio sacerdote e sábio que o auxiliava nos estudos.
Apesar de ter sido um grande poeta, foi também um grande patriota e um grande soldado. Defendeu Portugal tanto nas guerras em África como na Ásia, em 1547 ele serviu como soldado e em Ceuta e onde, em batalha, perdeu um olho. Logo depois ele trabalhou no Oriente durante cerca de 16 anos.
Regressou a Lisboa em 1569 e, em 1572, publicou “Os Lusíadas”. Foi-lhe concedida por D. Sebastião uma tença anual de 15 mil reis que só recebeu durante três anos, pois faleceu no dia 10 de junho de 1580 em Lisboa, na miséria, vivendo de esmolas que se dizia terem sido angariadas pelo seu fiel criado Jau. O seu enterro teve de ser feito a expensas de uma instituição de beneficência, a companhia dos Cortesãos. A comemoração do dia da sua morte, é actualmente relembrado como o “Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas” sendo assim, feriado nacional.

Paolla Oliveira (Eletrónica Médica), 10 C


Resumo da vida de Luís Vaz de Camões e de sua obra


Luís Vaz de Camões teria nascido por volta de 1524-25,  Provavelmente foi em Coimbra, que deve ter adquirido a vasta cultura que transparece em sua obra. Leu os poetas clássicos (Sannazzaro e Petrarca), mas também, os espanhóis Bóscan e Garcilaso.
Embarcou em 1547 para África, onde, nas lutas pela tomada de Ceuta, perdeu o olho direito. Quando regressou, continuou a frequentar os salões aristocráticos.
Depois de ter ferido numa briga um dos funcionãrios reais é preso. Sairá em liberdade para embarcar para o Oriente, Aqui participou de várias expedições militares e viajou muito, exercendo várias diferentes atividades.
Depois de ter escapado doo naufrágio, regressa em 1570, sem dinheiro, mas com o manuscrito de "Os Lusíadas", que consegue publicar em 1572.
Dá para perceber que ele teria vivido, duplamente, uma vida boémia, juntamente à vida da corte. Muito se diz acerca dos amores de Camões, mas a única coisa que se sabe é que teve diversos amores e que foram correspondidos (ou não) de formas completamente divergentes.
Havia falecido no dia 10 de Junho de 1580, deixando uma grande obra épica e uma vasta e rica poesia lírica, assim como as próprias comédias El-rei Seleuco, Filodemo e Anfitriões.

David Gaspar, 10ºC

terça-feira, 24 de março de 2020

A minha quarentena


   Olá, eu sou a Maria, vivo em Manique de baixo, eu tenho cabelo curto, olhos azuis, sou média de altura, sou muito feliz e engraçada. Hoje vou falar o que tenho feito na minha quarentena.
   No princípio da quarentena, eu só via televisão e uma ou duas vezes ia com a minha mãe e com a minha avó ao continente. Ao fim de alguns dias, os professores começaram a mandar trabalhos para nós fazermos como se estivéssemos na escola. Durante o fim-de-semana, eu e os meus pais jogámos ao monopólio, mas quem ganhou foi a minha mãe e eu perdi. No domingo, eu e o meu pai começamos a montar um puzzle de mil peças, está a ser muito difícil de o acabar.
   No fundo, não é assim tão mau ficar em casa a fazer trabalhos, porque também posso estar com a minha família e divertir-me quando eu posso.

Maria Belchior, 7º D

Assalto à Escola


Naquele dia a Escola fechou por um tempo. A escola de Matarraque, em Cascais, tinha sido assaltada.
       Lá estava eu com os meus amigos, o David e o Diogo. Estávamos a sair da escola quando ouvimos um alarme e dois homens a correr para fora da escola. Percebemos que a escola tinha sido assaltada. No dia seguinte disseram que tinham levado o dinheiro que tinha sido angariado para uma atividade escolar e assim a escola ia fechar por algum tempo. Então disse o David:
- E agora o que fazemos?
- Nada! – Disse o professor. E assim tivemos que ficar em casa por segurança. Ficámos cinco dias em casa à espera.
        E foi assim que a escola fechou por algum tempo depois de um assalto.
João Sanda 7° F

segunda-feira, 23 de março de 2020

Dia de terror

Clarisse Pires, 7º E

O tal do Covid 19

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Laura Mesquita, 7º D

“Naquele dia, a Escola fechou por um tempo...”


          Naquela sexta-feira, dia 13 de março de 2020, a Escola Matilde Rosa Araújo fechou por um tempo indeterminado.

          Naquele dia, a Escola Matilde Rosa Araújo interrompeu as atividades letivas presenciais sob ordens do Governo e um misto de sentimentos se instaurou entre os alunos. Por um lado, alegria pois teríamos as férias da Páscoa antecipadas mas, por outro lado, a tristeza por sabermos qual o motivo.
          Estamos em luta contra um ser invisível e desconhecido. Em 45 anos de vida, a minha mãe nunca viu as escolas fecharem, os meus avós, em 60 anos de vida, dizem que só viram as escolas a fechar em tempo de guerra. Será que estamos em guerra? Acho que sim, mas, desta vez, não vemos o inimigo. Temos de esconder-nos dele para que ele se vá embora por não encontrar ninguém que o alimente.
          Concluindo, para vencer esta guerra temos de nos proteger ficando em casa.

Madalena Pereira Croca – 7º F


          

Escolas fecham


       Naquele dia, a escola fechou por um tempo, porque dois colegas ficaram infetados com uma nova doença chamada coronavírus.
Há uns dias atrás, na escola de Matarraque, a diretora da escola anunciou que havia o novo coronavírus em Portugal e também disse que ia afixar informações para prevenir o novo vírus. Depois de dois dias, os professores e a diretora decidiram que era melhor todos os alunos fazerem o teste da nova doença. Após a realização do teste, descobriu-se dois casos positivos. Então, todos os colegas que estiveram perto dos dois casos infetados tiveram de ficar em quarentena.
No preciso momento em que surgiu o problema, o primeiro-ministro estava a anunciar que todas as escolas iriam fechar mesmo as que não tinham casos.

Maria Belchior, 7º D

Naquele dia, a Escola fechou por um tempo.



Há uma semana, em Lisboa houve uma crise de um vírus, atacou Portugal e por motivos de segurança para todos, a Direção Geral de Saúde fechou as escolas.
Por esse motivo, todos os alunos terão de ficar em casa até acalmar a situação e, pelo menos os alunos da escola Matilde Rosa Araújo, têm de fazer trabalhos de quarentena.
Todo começou na China na cidade de Wuhan, os cientistas estão a tentar perceber a causa deste vírus e a começar já na descoberta da vacina. Nesta situação, a pandemia é muito grave, porque pode matar ou deixar as pessoas em coma muito tempo. O Governo, a Direção Geral de Saúde, os cientistas e muito mais estão a fazer os possíveis para acabar esta pandemia uma vez por todas.
Por enquanto, a única solução para protegermos é ficar em casa e esperar que os profissionais façam o seu trabalho.

Beatriz Paiva, 7º E

TUDO FICOU BEM!!!


Naquele dia, a escola fechou por um tempo. O Elton, a Nicole e a Filipa ficaram espantados porque não iam ter escola. Houve um surto de um vírus que começou a contaminar alguns alunos da escola. Estavam todos em alvoroço.
A caminho de casa, os três amigos decidiram estruturar um plano para se protegerem a eles e a outros colegas da escola. Eles passaram uns dias em casa e construíram uma máscara de proteção contra o maldito surto e resolveram doar algumas para ajudar os restantes colegas que também estavam preocupados em casa.
Felizmente, ao final de alguns dias, o surto foi desaparecendo e todos regressaram à escola contentes e felizes da vida!
  TUDO FICOU BEM!!!

Maria Lourenço, 7º E

A escola fechou???


        Naquele dia, a Escola fechou por um tempo …
Há muitos e muitos anos, eu e mais dois amigos ficámos muito contentes porque a escola tinha fechado por causa de um vírus chamado COVID-19. Nós ficámos tão contentes naquele dia que decidimos ir almoçar a um restaurante que havia à frente da escola.
No dia seguinte, eu ouvi dizer na rádio que tinha sido por causa de um vírus muito perigoso que se andava a alastrar por Portugal. Muita gente disse para não irmos à rua e termos cuidado, mas nós não ligamos. Até que um dos meus amigos ficou doente… Mas, felizmente, era apenas uma constipação normal.
Contudo, aprendemos a dar ouvidos às pessoas e a não brincar com coisas sérias.


Diogo Silva, 7º F

O Vírus


Naquele dia, a escola de Matarraque fechou por um tempo e nunca mais voltou a abrir. Havia um vírus que não parava de atacar.
Aparentemente, o vírus é parecido com uma gripe, só que pior. Há algum tempo, eu soube que o vírus chamado coronavírus ou CONVID-19 atacava todos, mas onde o vírus afetava mais era nos mais novos (crianças), nos mais velhos (idosos) e os que tinham doenças, principalmente respiratórias.
Portanto, é melhor ficar em casa para não o apanhar.

Sandro Francês, 7º E

sexta-feira, 20 de março de 2020

#TODOSporTODOS

Car@s alun@s,

Esta é uma nova realidade. Estamos todos a viver experiências que nunca imaginaríamos que fosse possível, mas é um facto e temos de a enfrentar. Este blogue foi pensado para que possamos ter a nossa 'sala virtual' e colarmos alguns dos nossos trabalhos para continuarmos próximos. 
Este espaço tem lugar para todos. Escola, Professores, Alunos, Funcionários e a Família. Vamos tornar este o nosso jornal diário, não só para aprendermos uns com os outros, mas também para mostrar o que de melhor o mundo tem, a vida.
Esperando que tudo passe rápido, peço a cada um/a de vocês para se manter em casa e muito bem protegidos. Brevemente voltaremos a estar frente a frente, mas só será possível se todos colaborarem.

Um até já,
Pedro Sousa